
carmen
encontro com o capitao em petim
Dig, uma conversa jargo no sobrevoo do alvão. Brétemas mesmo quando chamadas ossanas em linguagem kapel.
Quase tudo era um carro, mesmo na espécie das hastes recepcionadoras das estações. "Fiquem com o céu! Fiquem com o céu! Não quero nada Disso".
O ronco proliferava vulcânico nas termas flaviáticas, o extra-ordinário café em assento na Ponte. O deserto imenso tingia as cores arqueológicas cinzentadas pela noite neónica e pelo fumo cimbalino dos boulevards marâneos. De bolso em bolso, fomos jogar Vilar no esplendor das tetas e das bostas. Chovia. Não se notava mas chovia. O primo Chacal lufou em silêncio as bátegas das feridas civilizacionais. Andam à procura do Ouro, do Ouro, do Ouro!, mas isto é tudo um ferrete no lombo.
No Catro, o chuvmerso (lembrando a guedelha do existencialista e ferreira rural): o capitao. Fodido pelo Corte Inglés da Cauda, ladrou-me em rádio-regional-o bierzo, até se apaziguar, até compreender que eu não lhe queria fazer nenhuma entrevista. Todos olhavam o Barça. Ele, como qualquer cão de hoje em dia, implorava o Osso, a Ossana. Olhei-o com terapia. A aparente ternura dele rapidamente se implantou em raiva. Queria entrar na Televisão. Queria Putagonismo. Era um Queque.
De Orras e Porras, não entrei no Barco. A minha caravela feita de tanto esqueleto sulcava o harém de egos que as sepulturas denunciam com a cumplicidade das autoridades locais. Das autoridades autárquicas. Dos Autarcas. Dos Perdidos Autarcas. Dos Egolatras Autarcas. E dos Piores Autarcas: os Alterarcas, Os Que Exercem Poderes Sobre Os Outros.
De rasto, a erva.
Uma redoma mornogâmica onde o casaco se pendura num cabide do desenho de manoel bonabal. As Estrelas podem ler-se, dizemos, em Guedes, em Geisers. Também os Tunantes perceberam que a aflição se molha: o molho da aflição está patenteado pelos karma_litas do Pombal, uma seita só agora descoberta depois de muitas mortes biolentas.
HaJa Carmen, Santiago! Haja Cármen!
Eu Amo-A
(aam)